Explicação detalhada:
Formação teórica e prática: Professores precisam compreender aspectos biológicos, psicológicos, sociais e culturais da sexualidade, além de aprender estratégias pedagógicas adequadas para cada faixa etária.
Superação de tabus e preconceitos: A capacitação ajuda o educador a lidar com suas próprias crenças e desconfortos, tornando o diálogo mais aberto e sem julgamentos.
Linguagem adequada e inclusiva: Treinar o uso de uma comunicação acessível, respeitosa e sensível à diversidade de gênero, orientação sexual e contextos familiares.
Promoção de um ambiente seguro: Educadores bem preparados conseguem criar espaços de escuta, confiança e acolhimento, onde os estudantes se sentem confortáveis para tirar dúvidas e refletir.
Articulação com o currículo escolar: A formação também auxilia na integração da educação sexual com outras disciplinas e projetos pedagógicos, de forma transversal.
Em resumo, capacitar os profissionais da educação é investir em uma escola mais informada, empática e comprometida com o desenvolvimento integral dos estudantes.
